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Área de Mall & Merchandising gera novos negócios para a General Shopping e Outlets

Atualizado em: 02/07/2018

Em um mercado cada vez mais competitivo, como é o setor de shopping centers no Brasil, com seus 571 malls, encontrar formas de se diferenciar se torna mais e mais importante.

Na General Shopping e Outlets, um dos caminhos estratégicos escolhidos é a área de Mall & Merchandising, que se posicionou como a porta de entrada para marcas conceituadas e novos empreendedores que queiram se expandir nos empreendimentos do Grupo em formatos diferentes.

Um desses formatos é o quiosque, um modelo de negócios com investimento menor que o de uma loja tradicional, feito sob medida para operações temporárias e conceitos focados na venda por impulso. “Também trazemos lojas pop up, que geram movimento e diferenciação. Nesse momento em que temos empreendedores que saíram do mercado corporativo e investem em um novo negócio, mostramos que nossos shoppings são uma plataforma de crescimento”, afirma Marcelo Trettin, gerente de Mall & Merchandising da General Shopping e Outlets.

Com esse posicionamento, a área de Mall & Merchandising contribui com a ocupação de eventuais espaços vagos nos shoppings e para a entrada de novas operações. “Abrimos a oportunidade de que o lojista sinta o mercado, teste nossos shoppings e, com o sucesso, se converta em um operador de lojas físicas”, comenta Tretin. Foi precisamente isso que aconteceu, por exemplo, com a rede Mr. Cheney, que abriu um quiosque no Parque Shopping Maia logo que o mall foi inaugurado, em 2015, e dois anos depois partiu para uma loja completa, que gerou faturamento e rentabilidade muito maiores. “Temos diversos exemplos como esse, que geram bons resultados para o mall e para o lojista”, diz.

 

Um canal de relacionamento com o cliente

Uma grande tendência do setor de shopping centers é transformar os malls em grandes espaços de relacionamento com o cliente, um conceito que vai além da venda de produtos e serviços. Para isso, a General Shopping e Outlets vem trabalhando para fazer dos malls verdadeiros veículos de mídia. “É preciso seguir um novo olhar, analisando o quanto o shopping pode representar para marcas de varejo e também da indústria que queiram falar com as milhões de pessoas que passam pelos malls mensalmente”, comenta Trettin.

Para isso, todos os empreendimentos contam com espaços preparados para receber peças publicitárias em áreas de grande tráfego, painéis, telões, monitores digitais e áreas para interação com os clientes e ativações de marca. “O mercado está descobrindo que os shoppings são excelentes para testes de produtos junto ao público. Mesmo como mídia publicitária, é um canal que gera resultados com um custo inferior ao de outros meios de comunicação existentes”, avalia o executivo.

A área de Mall & Merchandising também é responsável por colocar, nas áreas externas, ações de entretenimento complementares às que o shopping já possui de maneira regular. “Procuramos resgatar atrações que não têm tanto espaço hoje em dia, mas que fazem parte da nossa memória afetiva, como circos e parques de diversões. Ao chegar ao shopping, elas geram fluxo e receitas para os lojistas e entretenimento para as famílias. Com isso, estimulamos o público a voltar sempre, pois esses eventos entram na agenda de marketing dos shoppings e se tornam atrações para as cidades em que estamos”, finaliza Trettin.